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É necessário regrar um pouco melhor a oferta de APIs de cada domínio... Sugere-se mais ou menos o seguinte:
API implementada por um período de teste em modo teste, para comprovar que não tem "efeitos colaterais" no servidor, e que contempla ambos, a especificação técnica inicial e as necessidades reais de quem usa.
Controle dos nomes de API através de versionamento e jurisdição. Por exemplo a API do batista seria versão 1 (v1) da Colômbia, então o nome seria algo como API.addressforall.org/v1/CO/search
Controle interno dos nomes de função no PostgreSQ/PostgREST, dentro do SQL-schema API: o acesso GET e POST se faz no NGINX por algo como
proxy_pass http://localhost:$porta/rpc/uridisp_$1_$2?p_uri=$3&$argsonde$1é o módulo funcional (ex.addressfind),$2o nome da API (ex.search),$3o parâmetro default contendo o "resto do path na URL" e em$argsos demais parâmetros, quando houverem. A declaração de função será sempre seguindo o templateCREATE FUNCTION api.uridisp_{module}_{name}(p_uri text, {args}) RETURNING jsonb .... IMMUTABLE.Nesta issue discutiremos diretamente o draft da documentação e a sua implementação final.
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